O que todos os casais precisam saber sobre as finanças antes do casamento


Noivinhas, ter uma conversa franca com o noivo sobre finanças é fundamental antes de seguir em frente com o projeto casamento. É importante deixarmos alinhadas as responsabilidades de cada um perante as contas que vocês forem assumir, saber se ele tem dívidas e o que isso pode implicar na relação de vocês.

Administrar nossas finanças enquanto solteiras é muito fácil. Muitas não saíram ainda da casa dos pais, ou mesmo morando sozinhas, cuidam de suas responsabilidades sem depender de ninguém. Mas, a partir do momento que passamos a conviver sob o mesmo teto com outra pessoa, a coisa muda um pouco de figura, pois as despesas passam a ser dividas, talvez vocês tenham aluguel, ou financiamento a pagar, e isso a somar com as demais contas da casa. Então...

É melhor conversar sobre isso antes de se casar do que casar e acabar em divórcio. As questões financeiras são as principais responsáveis por separações, e ninguém casa para se separar, não é mesmo?

Enfim, certos assuntos são delicados, mas precisam ser tratados em algum momento da relação, e quanto antes, melhor.

Vamos conferir dicas simples, mas super interessantes sobre o assunto:

O que todos os casais precisam saber sobre as finanças antes do casamento

Não basta juntar as escovas de dentes. É muito importante decidir os assuntos financeiros antes do matrimônio.

  • As expectativas antes do casamento sempre são as melhores. Antes do casamento, cada um cuida e administra suas finanças de forma peculiar. Porém, ao unir-se com outra pessoa tudo mudará. Tendo em mente que problemas financeiros são uma das principais causas de divórcio, conversar abertamente sobre o que se espera como casal é a melhor opção.
    A fim de evitar brigas no dia da conversa é interessante criar um ambiente agradável e falar com cautela para que nenhum dos dois se exalte e realmente consigam definir como será sua vida financeira após o matrimônio.
    1. Decidir juntos qual dos regimes de bens será o mais adequado ao casal: comunhão total de bens (todos os bens anteriores e os que serão adquiridos pertencem igualmente a ambos) - neste caso há a necessidade de um documento provando os bens adquiridos antes do casamento; comunhão parcial de bens (somente os adquiridos no futuro serão de ambos – heranças não serão divididas) ou separação total de bens (nenhum bem adquirido antes ou depois do casamento será dividido). Este último pede um pacto antenupcial em cartório.
    2. Um acordo nupcial onde estão listados os bens que cada um tem, reconhecido em cartório e com testemunhas não é algo de outro mundo. Pode evitar contendas e problemas pós-nupciais.
    3. Enquanto os dois estiverem trabalhando fora, como será dividida a renda? Tudo o que entrar será contabilizado ou apenas parte para a família e parte para o indivíduo? Esta decisão evita acusações como "você gasta todo o dinheiro com você" ou "você não ajuda nada com as responsabilidades financeiras da casa".
    4. Como irão poupar para emergências e para viagens ou aquisição de bens? Será uma porcentagem fixa de cada um? Onde guardarão este recurso, na conta de quem?
    Metas são mais bem alcançadas quando há empenho de ambos.
    1. Haverá conta conjunta? Cartões de crédito em comum? Quem administrará as compras e controle da conta-corrente? Quais critérios de compras a prazo serão mantidos pelo casal? Algumas pessoas não gostam de comprar a crédito. Será que um dos noivos é deste tipo? Tratando a entrada de ambos como um caixa da residência fica muito mais fácil o controle e visualização.
    2. Haverá um orçamento para gastos previsíveis? Quando um valor é estabelecido fica muito mais fácil poupar e realizar os sonhos do casal.
    3. Em caso de desemprego ou necessidade, o que farão? A quem recorrerão? Ao estabelecer logo essas deliberações, muito estresse futuro será evitado, mesmo que nunca venha a precisar.
    O comportamento financeiro é muito individual. O casamento não une duas pessoas e suas coisas, ele torna a vida do casal algo compartilhado, onde serão um em decisões, sejam elas financeiras ou não.
  • O texto é de autoria de Michelle Coronetti, publicado no portal www.familia.com.br



4 comentários:

  1. Oi Ari!!!

    Adorei o post e as dicas, é um assunto delicado mas que precisa ser combinado entre os noivos sim!!

    Bjs =^.^=
    www.noivaesposamae.com.br

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    1. É isso mesmo, Pri. Delicado, mas precisamos falar, né?
      Bjão

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  2. Engraçado, tivemos, eu e o gatinho, essa mesma conversa ontem! =D
    Nós decidimos por comunhão parcial de bens e por abrir uma conta conjunta e depositar uma porcentagem proporcional aos nossos salários lá (para dividir todas as nossas contas de casa) e mais uma poupança vinculada a essa conta para nosso "sonhos" e metas. O resto do salario cada um mantém na sua conta individual, pra gastos com si mesmo.
    Os gastos com o casamento estamos dividindo tudo 50 - 50. Ele pagou os primeiros contratos (espaço, buffet, decoração e dj) e eu fiquei com o resto (vestido, roupa dele, fotografo e filmagem, bem casados, convites...). Se eu atingir o valor que ele pagou inicialmente, voltamos a rachar as contas com o que faltar...
    Temos sorte, somos ambos bem organizadinhos com nossas finanças de solteiros.
    Bjooo!

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    1. Adorei a ideia!
      Parabéns pela organização, tem tudo para continuar dando certo!
      Bjão

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